13 de jun de 2010

Ao que não mais me interessa

Vamos começar pelo que já não me dá saudade, vamos iniciar com meu desgosto pintado de preto: fosco e feio. Eu vou escrever sobre você.

Tamanha ingenuidade ao virar-me as costas… Que audácia! Realmente pensou que meu amparo lhe seria eterno? Poupe-me! Arranje quem possa lhe carregar que eu jamais farei seus caprichos. Tenho pena de você, do seu encanto venenoso, ilusão podre de que me controla.

Quanta prepotência…!

Ora, eu não pertenço a você.

Eu nunca pertenci.

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